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domingo, 27 de julho de 2014

ESTÂNCIA TURÍSTICA DE GUARATINGUETÁ: MOMENTO HISTÓRICO


A visita do Governador Geraldo Alckmin à Guaratinguetá, no dia 03 de novembro de 2013, para apresentar o Projeto de Lei que daria a condição de transformar a cidade em Estância Turística, seguida da aprovação do mesmo documento pela Assembleia Legislativa exatamente sete meses depois, em 03 de junho de 2014, e a sanção da lei pelo próprio Governador na última sexta-feira (25/07), foram momentos chaves para o futuro da cidade.
A partir do momento em que se passa à condição de Estância Turística, Guaratinguetá abre as portas para que o turismo se coloque como uma das grandes oportunidades de um novo ciclo de crescimento para cidade, que já foi, historicamente, um importante polo na produção de cana-de-açúcar, ciclo do ouro, café e pecuária leiteira. Vale lembrar que, desde a década de 60, a cidade se posiciona, regionalmente, como importante polo industrial e comercial.
A condição de Estância Turística proporcionará á cidade obter recursos da Secretaria de Turismo do Estado, mediante a apresentação de projetos, na ordem de R$ 6 milhões a R$ 8 milhões, para investimento em infraestrutura urbana, ou seja, embelezamento da cidade (ruas, praças, parques), sinalização, acesso e acessibilidade e melhorias urbanas em geral. Ou seja, uma condição para que a administração pública construa as bases de uma cidade apta a receber bem os turistas. Melhorias que o próprio guaratinguetaense irá sentir no cotidiano.
No entanto, o mais importante, em minha opinião, são as oportunidades que serão abertas ao setor privado, que irá proporcionar a geração de novos empregos, incrementando uma nova renda para uma mão de obra que irá se qualificar. Penso que, havendo um aporte financeiro para a melhoria do “parque urbano”, o setor privado será atraído numa proporção até maior. Aliás, isto já está acontecendo. A cidade recebeu, no último ano, vários empreendimentos no setor hoteleiro.
Regionalmente, Guaratinguetá se destaca por ter importantes vantagens competitivas em seu turismo. Não só o turismo religioso, mas também o ecoturismo, o turismo rural e o turismo cultural, se colocam como importantes segmentos a serem estruturados.
Tudo isto coloca Guaratinguetá na esteira da modernidade. Desde 1989 o mundo tem passado por importantes transformações, iniciando aquilo que se convencionou chamar  de “era da informação”, onde a principal vantagem é o conhecimento. E o setor de turismo, caracterizado por ser um serviço especializado, se coloca como uma atividade promissora em nossa cidade e também na região.
O bonde do futuro está passando! E nós estamos embarcando nele!


Célio Leite
Secretário de Turismo de Guaratinguetá



quarta-feira, 23 de julho de 2014

Sinopse 2015 - Acadêmicos do Campo do Galvão


Acadêmicos do Campo do Galvão


Carnaval 2015

“Mestiço, maneiro, moleque... 
Orgulhoso, guerreiro.
Sou Brasileiro, o melhor do Brasil!”


Pais-promessa, Nação do Amanhã, País do Futuro ou País de Futuro?
Somos rotulados de mil e uma maneiras, mas como somos brasileiros e não desistimos nunca, acreditar é nosso lema, superar está no nosso destino e fantasiar está em nosso DNA. 
É com muita satisfação que o Acadêmicos vem mostrar uma história de admirar, que conta a minha, a sua e a nossa história, escrita em páginas de ouro, com sangue, suor, dor e amor. Uma História de muitos encantos, prisões, desmandos , bravuras e ternuras!
E foi assim, que procurando aqui e ali, na certeza de um destino, procurando daqui e dali, pararam, deslumbrados por uma terra linda de cores, sons e sabores. 
Assim se deu o início de tudo? Ou nada é o que parece ser!?
Uma história mal contada, que começa de verdade, tendo com palco a natureza, quase sem vestimenta (usávamos penas e muitas cores); e de repente surgem àquelas enormes coisas sobre a água do mar, com aquela gente pálida e sem graça, com muitos panos, e uma língua enrolada. Ameaçando-nos e nos amedrontando. E quem seriam eles? 
À primeira vista, a resposta para essa pergunta é fácil: É o retrato da nossa História o encontro entre os colonizadores portugueses e os índios (aborígenes) que aqui viviam. 
Os donos dessa terra não deixaram se escravizar, os colonizadores então tiveram que improvisar; foram ao continente vizinho para escravos captar.
E por aí se deu o começo da mistura, com a chegada de mais povos (alemães, italianos, japoneses, franceses). A mistura foi grande, era gente que chegava por todos os lados, refugiados, espiões, sonhadores. 
Com toda essa gente junta e misturada, não poderia ser diferente, formamos enfim, um povo mestiço genética e culturalmente que, apesar da diversidade, compartilha certos traços em comum.
Mas a questão fica um pouco mais complicada quando se trata de buscar a essência do que se convencionou chamar de caráter nacional, aqueles traços que explicam uma série de comportamentos que costumamos encarar com naturalidade, mas que, quase sempre, causam surpresa entre os estrangeiros.
Não é só um estereótipo criativo ou enrolão, extrovertido ou indiscreto, cordial ou malandro, maleável ou corruptível. 
Somos gente que faz acontecer, somos inventores, produtores e empreendedores de uma cultura, e de um país, que é movida pela adversidade, e mesmo assim somos criticados, e nos criticamos excessivamente.
Um povo malabarista e equilibrista no dia a dia, mostramos ao mundo que superar é preciso, e seguir em frente é essencial, provamos que sabemos perder com classe, mas que vencemos com ousadia. Sábio foi o ilustríssimo senhor Luís da Câmara Cascudo autor da frase “O melhor produto do Brasil é o brasileiro”.
Há quem diga que o brasileiro é um povo sem memória, um verdadeiro equívoco, pois nossa memória está repleta de história, momentos mágicos, de grandes emoções, experiências, derrotas, felicidades e vitórias. O tempo passa, páginas se viram, e o que gostamos mesmo é de guardar nas lembranças os momentos de felicidades e vitórias, pois esses fazem inflar o ego nacional. 
Hoje não somos reconhecidos somente pelo futebol, ganhamos mais força e destreza em outras áreas, mas é na batucada que partilhamos com nossos irmãos os nossos valores. 
Ao olhar para a História percorrida de nosso povo, fico a pensar sobre tudo o que vivemos, o que aprendemos, o que conquistamos, Concluo que no fina,l a verdade é que formamos uma sociedade multicolorida, generosa, alegre; que sempre quis ser no mundo uma potência sem prepotência .
Afinal quem somos nós os brasileiros? 
Somos um povo sofrido, guerreiro, otimista, festeiro, gigante e bonito por natureza! 
Que tem autoestima, porque ama de verdade. Autêntico, amadurecido e alegre, porque mais sofrido. Que não força situação, nem impõe nada a ninguém; mas tem amor-próprio. Que é humilde, e alegre na sua simplicidade, se mantendo no presente, na plenitude da vida; que é onde ela acontece. Formamos uma civilização mestiça e tropical, orgulhosa de si mesma. Somos uma nação que incorpora em si mais humanidade, mais generosidade. Somos abertos à convivência com todas as nações, raças e culturas. 
Que está assentada na mais bela, e luminosa província da terra.
Um povo que coloca seus pensamentos, sentimentos e ações, a serviço do coração.
Enfim... Um povo que Sabe Viver. 
É adentrando essa nossa História tão íntima, particular e de tantas emoções que o Acadêmicos do Campo do Galvão tem orgulho de exaltar que o nosso pais produz o que há de melhor: “seu povo, sua gente!.

Referências:

BRANDÃO, Carlos Rodrigues. Identidade & etnia – construção da pessoa e resistência cultural. São Paulo : Brasiliense, 1986. 

ORTIZ, Renato. Cultura brasileira e identidade nacional. 3 a . ed. São Paulo: Brasiliense, 1985

RIBEIRO, Darcy. O Povo Brasileiro: A formação e o sentido de Brasil. 2ª ed. São Paulo: Editora Movimento

INTERNET:




segunda-feira, 21 de julho de 2014

Divulgado o Enredo 2015 da Escola Acadêmicos do Campo do Galvão



Neste último domingo, dia 20 de julho aconteceu uma deliciosa Feijoada na Sede Social da Escola de Samba Acadêmicos do Campo do Galvão onde foi apresentado ao público presente o Enredo para o carnaval 2015.
O Enredo foi desenvolvido pelo Departamento de Carnaval da Escola de Samba, composta por Guaracimir Jorge Nascimento, Haroldo Tupinambá, Renata Reluz e Sueli Silva.

"Mestiço, maneiro, moleque... 
Orgulhoso, guerreiro. 
Sou brasileiro. 
O melhor do Brasil"

Em breve, a Escola realizará um novo evento onde será distribuído as Sinopses aos compositores da cidade e região para a disputa do concurso de samba de enredo.